quinta-feira, 19 de abril de 2012

Sobre o Ateísmo militante

Pois é. Naquele meu texto - "Não sou Ateu" - falei um pouco sobre o ateísmo militante e como ele guarda elementos facilmente encontrados em qualquer religião, muito embora a semelhança não passe disso mesmo. Para minha surpresa, acabo de ler um artigo na Folha escrito por Rafael Garcia que aprofunda um pouco o assunto. No final, ele também deixa escapar que sente certo incômodo com a situação. O fato é que ateus não querem ou esperam absolutamente nada que não seja o simples direito de existir e de serem visto como qualquer outra pessoa. Ocorre que  - como que acoados -  com a visível guerra declarada, muitos grupos ateístas têm pintado o ateu como alguém moralmente perfeito, incapaz de incorrer em erros bem comuns do religioso comum. Ou seja, exatamente o que um sepulcro caiado faz.

É importante que esses grupos ajustem o discurso. Não é depreciando ou subjugando o religioso que irão avançar nas justas mudanças que precisam urgentemente ocorrer na ordem mundial. Proselitismo sem fundamento é o pano de fundo de qualquer religião. Pessoas não devem abandonar seus movimentos religiosos por birra, mágoa ou desilusão. O afastamento de movimentos folclóricos deve ocorrer por um só motivo: Razão!

Para ler o artigo completo cliquem aqui:

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